Why Brain?

Let's Brain

Sua empresa pode ser muito mais competitiva com a Brain

Descubra a melhor vocação para um terreno

Com os estudos vocacionais da Brain, com uso de ferramentas geodemográficas, analise de oferta e estimativas de absorção, é possível ter muito mais assertividade para a determinação de um produto imobiliário ou para instalação de um ponto comercial.

Saiba o tamanho e a configuração da oferta

Com mapeamentos constantes e presenciais em todo o Brasil, acompanhamos os níveis de oferta e absorção em diversas regiões, permitindo uma avalição de oportunidades de mercado e níveis de precificação.

Conheça a demanda

Com pesquisas qualitativas, com entrevistas em profundidade, focus groups, clientes ocultos e outras abordagens, é possível entender as percepções e motivações de um consumidor para aceitação, aquisição ou rejeição de um produto.

Quantifique a demanda

Com pesquisas quantitativas in loco, com amostragens probabilísticas, determinamos o tamanho potencial da demanda por um empreendimento imobiliário ou outro produto.

Por que não estou vendendo ?

Pela metodologia de diagnósticos comerciais completos, fazemos análise e as recomendações necessárias para ativação comercial de um empreendimento ou produto.

Ache o melhor local para instalação de sua empresa

Análises de localização para varejo, operações logísticas e indústrias permitem reduzir o nível de incerteza e localizar uma ocupação comercial de forma mais adequada, de acordo com os potenciais de consumo existentes e o nível de oferta.

Tel.: +55 (41) 3243.2880

Blog

04/12/2014 Por: brain

O papel dos líderes no processo de cocriação de valor

Sabe o que empresas como Starbucks, Lego, Unilever, 3M, Fiat, Danone, Kraft, Siemens, BMW, Swarovski, Nike, Daimler, Camiseteria e Hospital Moinhos de Vento têm em comum? A cocriação de valor.

A cocriação de valor é um conceito introduzido no mundo dos negócios pelo professor indiano C.K. Prahalad no ano 2000 também autor do livro “O futuro da Competição”.

O processo de cocriação visa inserir o cliente na elaboração de qualquer prática mercadológica. Os consumidores podem ser envolvidos em diferentes estágios, do desenvolvimento do design até a entrega do produto. Esse diálogo funciona como um processo interativo de aprendizado em conjunto, entre empresa e consumidores.

Para que haja o envolvimento, disponibiliza-se uma plataforma e estimula-se a participação. A essência da cocriação é trazer o cliente para dentro da empresa e considerar a decisão dele como fator importante para a elaboração da oferta comercial.

As iniciativas de cocriação se amparam nas dimensões: acesso – quem pode participar – e propriedade – de quem é o resultado final da cocriação e podem ser classificadas da seguinte forma:  

Crowdsourcing:  possibilidade de qualquer pessoa interessada contribuir para o desenvolvimento de um produto da empresa sem a exigência de critérios prévios.

Comunidade:  Variação do crowdsourcing que ocorre a partir da formação de um grupo de pessoas com interesses comuns e propósito de agir por causa.  O exemplo mais conhecido é do aplicativo para dispositivos móveis Waze, no qual os usuários compartilham informações do trânsito, facilitando os deslocamentos.

Clube de experts: a empresa lança um desafio específico no qual a participação exige experiência, conhecimento técnico e ideias inovadoras.

Partes coligadas: tipo adequado para casos complexos. A cocriação ocorre pela união de pessoas com diferentes especialidades para compartilhar sugestões, experiências e investimentos.

Essas diferentes formas de cocriação mostram que a inovação pode ocorrer de dentro para fora ou de fora para dentro. Muitas start ups já iniciam com esse modelo de cocriação e criam novos modelos de negócio.

O professor, escritor e consultor Venkat Ramaswamy observa que apesar de a cocriação ser feita de baixo para cima, necessita de liderança. Segundo ele, a construção de uma organização cocriativa demanda líderes capazes de atuarem como orquestradores do engajamento da cocriação.

Esses dirigentes devem facilitar a construção da cultura da participação de maneira que as pessoas contribuam de forma significativa. Também precisam ser hábeis para liderar e manter o controle. Os líderes exercem papel decisivo tanto em organizações já estabelecidas quanto em startups. No caso das empresas jovens, essas, quando crescem e constroem sua cultura, tendem a retornar aos modelos clássicos porque os parceiros de negócios nem sempre têm as mesmas concepções.

A forma como é feita a interação entre os consumidores e as plataformas para se criar uma experiência de valor é o que faz a diferença. É preciso pensar no design desses ambientes e no processo de gestão da organização. Essa será a tarefa do CEO do futuro.

O processo de cocriação é uma estratégia criativa que pode ser utilizada por empresas de todos os portes e de todos os segmentos e já se firma como uma das principais formas de inovação aberta.

E sua empresa? Já incorporou a cocriação à estratégia de negócios? Compartilhe suas experiências com a BRAIN – Bureau de Inteligência Corporativa.