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Blog

05/06/2015 Por: brain

Geomarketing para varejo, indústria e serviços

O geomarketing tem aplicação ampla em diversos setores da economia, seja no varejo, na indústria ou nos serviços. É uma opção especializada e efetiva que pode ser uma alternativa a mais para navegar nesse momento de incertezas em que vive o Brasil.

O setor de comércio varejista, por exemplo, cresceu apenas 3,7% em 2014, segundo levantamento da Serasa Experian.  Foi a menor expansão dos últimos 11 anos. Só as empresas de materiais de construção tiveram queda de 6,5% no movimento ao longo de 2014.

Alternativa

O geomarketing surge como alternativa para driblar o cenário. Com os dados obtidos é possível, por exemplo, gerenciar e manipular informações do consumidor (região, renda, escolaridade, estado civil, faixa etária, estilo de vida etc) e combiná-las com dados geográficos, o que dá maior força às decisões estratégicas e comerciais.  

Veja também: A importância do geomarketing para entender o consumidor de hoje em dia

Varejo

Para o varejista, a aplicação do geomarketing tem um ponto fundamental: escolher a melhor localização para ponto de venda (PDV). “Dizemos que há três coisas fundamentais no varejo: localização, localização e localização”, diz Marcos Kahtalian, sócio dirigente da Brain Inteligência Corporativa.

Indústria

Já no caso da indústria, é possível mapear, com o geomarketing, distribuidores, representantes e fatias de consumo interessadas no produto.  Tanto pequenas como grandes empresas podem se beneficiar da ferramenta.

Um dos setores que têm sofrido com o cenário atual da economia brasileira é o de motocicletas. Em abril, por exemplo, a venda de motos caiu 13,13%, de acordo com a Fenabrave, federação que reúne os revendedores de veículos.  No acumulado do ano, o setor já registra queda de 10,68% nas vendas.

Para contornar esse cenário, a Yamaha Motor do Brasil, com uma rede de 500 concessionárias em todo o Brasil, resolveu investir em geomarketing, especificamente no OnMaps, plataforma de web de inteligência geográfica utilizada pela Brain Inteligência. O objetivo era aumentar o marketshare, melhorar a performance de vendas e dar mais visibilidade para a marca.

O resultado foi alcançado. O crescimento do marketshare, por exemplo, foi de 2,5% no último ano. Além disso, o grupo inaugurou duas novas concessionarias em Mato Grosso do Sul, que aumentaram o marketshare de 2,4% para 15% e de 1,6% para 19,5%, respectivamente.

Serviços

Para o setor de serviços, o geomarketing consegue mapear o local ideal para o negócio. Afinal, a proximidade entre o consumidor e a empresa é essencial para o seu sucesso. Isso porque no setor de serviços, mais do que em qualquer outro, o comprador deve estar próximo da empresa.

O setor de serviços encerrou 2014 com crescimento de apenas 6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa anual da série do indicador. Em 2013, por exemplo, a alta foi de 8,5%.

O geomarketing, também no caso de quem é prestador de serviço, pode ser uma ferramenta e tanto para se sair bem na maré de incertezas pela qual passa o Brasil.

Veja, no vídeo abaixo, um pouco mais sobre a aplicação do geomarketing no varejo, industria e serviços: