• 07/11 Os bairros com os apartamentos mais caros e mais baratos de Curitiba

    Os bairros com os apartamentos mais caros e mais baratos de Curitiba

    Por: Assessoria de comunicação

    Conforme a Gazeta do Povo mostrou no início desta semana, Curitiba teve 44,5% mais lançamentos nos seis primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

    Além disso, a alta acumulada nos preços dos apartamentos lançados na cidade foi de 5,4%, mais do que o dobro da inflação oficial do período, medida pelo IPCA, de 1,62% – cenário que não se via em 2016 e que ainda está descolado do dos imóveis usados.

    Os dados são da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, e levam em consideração os imóveis vendidos na planta ou prontos para morar da capital paranaense.

    Segundo os dados do último mês de agosto, o bairro com maior preço médio por metro quadrado privativo (que não inclui a área comum) continua sendo o Batel, para todas as tipologias de apartamento (um, dois, três ou quatro quartos).

    Já os bairros com os menores preços variam de acordo com a tipologia. Para os apartamentos de dois quartos, por exemplo, as novas unidades Juvevê são as mais em conta no momento, com R$ 6,7 mil o preço médio do metro quadrado privativo.

    Confira no infográfico abaixo os detalhes:

    Quanto custam os apartamentos novos em Curitiba

    Batel continua sendo o bairro com os maiores preços entre os lançamentos verticais de Curitiba, independentemente da tipologia dos apartamentos. Já a posição de bairro com os apartamentos novos mais baratos muda segundo o número de quartos. Confira o preço médio do m² privativo por tipologia e bairro*:

    Fonte


  • 02/11 Lançamentos crescem 44,5% em Curitiba e preços superam inflação com folga

    Lançamentos crescem 44,5% em Curitiba e preços superam inflação com folga

    Por: Assessoria de comunicação

    De janeiro a agosto deste ano, 2.404 unidades, entre novos apartamentos e unidades comerciais, foram lançadas em Curitiba, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), em parceria com a Brain Bureau de Inteligência Corporativa, que leva em conta os imóveis vendidos na planta ou prontos para morar.

    O número supera as unidades lançadas no mesmo período do ano anterior em 44,5% e sinaliza uma retomada na produção de novos imóveis na capital paranaense. Ainda em março deste ano, diante do menor estoque de imóveis de Curitiba em seis anos, os empresários disseram que esperavam uma reação do setor a partir do segundo semestre. E essa reação veio.

    Mas uma recuperação de verdade, com um ajuste também no estoque de unidades comerciais, com o retorno de um bom ritmo de vendas para o mercado todo e um impacto positivo no preço dos imóveis usados, só virá com uma redução maior nos juros e uma queda mais acelerada do desemprego. 

    “Os juros já caíram bastante e, embora a resposta não seja imediata, esta queda está chegando ao consumidor. Hoje, com R$ 6 mil uma família consegue comprar praticamente o mesmo imóvel para o qual precisava de uma renda de R$ 9 mil lá no início do ano”, avalia o vice-presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti. 

    Não à toa, a faixa que mais se destaca entre os novos apartamentos lançados na capital paranaense é a de imóveis até R$ 400 mil, faixa que corresponde ao imóvel de entrada das famílias de classe média na cidade. O número de imóveis neste valor cresceu 13,4% em relação a 2016, com 1.191 unidades lançadas neste ano.

    Na outra ponta, e também em destaque nos primeiros oito meses de 2017, estão os imóveis a partir de R$ 1 milhão, com 10,7% de alta no número de novas unidades (156 novos apartamentos em Curitiba). Foi essa faixaa, aliás, que ajudou a puxar o preço médio dos novos apartamentos da capital paranaense para cima em 2017, para R$ 7.058 o metro quadrado. 

    De janeiro a agosto, a alta acumulada é de 5,4%, mais do que o dobro da inflação oficial do período, medida pelo IPCA, de 1,62%.

    Se até o ano que vem a queda nos juros for repassada pelos bancos com maior intensidade, tanto para o cliente final quanto para o setor, impactando também nos custos de produção, Pissetti diz que a tendência é de construtoras e incorporadoras de Curitiba invistam mais nas faixas intermediárias, entre R$ 400 mil e R$ 1 milhão. 

    Ainda assim, mais da metade dos novos lançamentos no ano que vem deverá se concentrar nas primeiras faixas de até R$ 400 mil, já que são essas as de maior demanda da população.

    Atualmente, Curitiba tem 8.169 apartamentos novos à venda. O mercado argumenta que um número “saudável” para a cidade, ou seja, que atenda a demanda sem desbancar para a superoferta, é de cerca de 5 mil unidades por ano. 

    “Ainda temos dois anos para um ajuste [no estoque], e isso depende do planejamento colocado em pauta por esse governo [federal]”, observa Pissetti, se referindo às reformas propostas e com as quais todo o setor produtivo está contando.

    De maneira geral, o entusiamo é menor em relação aos imóveis comerciais, que ainda dependem diretamente também de uma maior retomada mais forte de setores como comércio e serviços. Mesmo entre as unidades recém-lançadas, os preços desses imóveis ainda estão perdendo para a inflação. 

    No último mês de agosto, o preço médio do metro quadrado desses imóveis ficou em R$ 9.660, apenas um pouco acima do preço médio do fim de 2016, de R$ 9.642. 

    Curitiba retoma lançamentos

    De janeiro a agosto de 2017, o número de novos apartamentos em Curitiba cresceu 44,5% em comparação com o mesmo período de 2016. Os preços das novas unidades também mostram recuperação. Acompanhe:

    Estoque

    A capital paranaense fechou o ano passado com o menor estoque de imóveis residenciais novos em seis anos. Confira: 

     

    Evolução do preço dos imóveis novos em Curitiba

    Preço médio por metro quadrado privativo (em R$)

     

    *2017 até agosto

    Fonte: Ademi-PR e Brain. Infografia: Gazeta do Povo.


  • 01/11 Fim dos condomínios-clube? Mercado muda perfil dos empreendimentos lançados em Curitiba

    Fim dos condomínios-clube? Mercado muda perfil dos empreendimentos lançados em Curitiba

    Por: Assessoria de comunicação

    Piscinas, espaços gourmet e numerosos itens de lazer a um elevador de distância. Esses são alguns dos chamarizes que atraíram moradores para os condomínios-clube que se proliferaram em Curitiba no início desta década. A conjuntura econômica, no entanto, enxugou o tamanho dos empreendimentos residenciais na cidade, em especial nos últimos três anos. Para contornar a crise que impactou o setor imobiliário, construtoras apostam em prédios que oferecem menos unidades e áreas comuns diminutas.

    No primeiro semestre deste ano, edifícios com menos de 100 apartamentos representaram 71% do total de lançamentos na capital paranaense, como demonstrou pesquisa da Brain Bureau de Inteligência Corporativa. No mesmo período de 2015 e 2016 esse número foi ainda mais significativo, representando pouco mais de 94% do perfil dos empreendimentos em cada ano.

    Perfil dos empreendimentos

    Desde 2012, mais da metade dos edifícios lançados em Curitiba ofereceram menos de 100 unidades.

     

    Para o economista Fábio Tadeu Araújo, sócio da Brain, dois fatores impactam diretamente o cenário. O primeiro é a menor atividade econômica, que aumentou a preocupação com o custo do condomínio. Os moradores de residenciais com ampla gama de espaços comuns sentem no bolso os custos da manutenção. O segundo é que a própria febre dos clubes residenciais diminuiu.

    “Para que um condomínio-clube seja viável é preciso muitas unidades. Hoje, como a demanda é um pouco menor, existe um risco de você colocar um projeto com 400 ou 500 unidades – salvo se for “Minha Casa, Minha Vida” – e ter dificuldade de vender tudo. A crise deixou as empresas com receio de lançar empreendimentos tão grandes”, explica Araújo.

    Atuação nacional

    Desde 2010, foram construídos dez condomínios com mais de 500 unidades em Curitiba. A última vez que a cidade recebeu um empreendimento residencial com essa dimensão foi em 2014. O boom do período pode ser explicado não só pelo ciclo econômico em alta, como também pela atuação de construtoras nacionais, como a Rossi, Tegra (antiga Brookfield) e Tecnisa, na capital.

    “Essas empresas viram que quando estourava uma praça nova o investimento era muito alto. Então, quando vieram para Curitiba, lançaram empreendimentos tipo clubes, com centenas de unidades. Assim era viável para elas receber uma receita significativa”, elucida Leonardo Pissetti, vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR).

    Com a saída desses players do cenário paranaense, restaram as empresas tradicionais do estado – muitas delas já trabalhavam apenas com empreendimentos exclusivos, com uma ou duas torres e poucas unidades.

    Crise econômica mudou o perfil dos empreendimentos imobiliários lançados em Curitiba. Foto: Letícia Akemi/Gazeta do Povo.

    Localização

    William Ribeiro, gerente regional da construtora Plaenge, aponta que a redução do número de lançamentos com mais de uma centena de apartamentos também tem relação com a escassez de áreas disponíveis.

    “A cidade já não apresenta grandes terrenos para empreendimentos como condomínios-clube. Nossa estratégia hoje é encontrar áreas bem localizadas, que são menores. Quando o mercado estava muito ativo, tínhamos lançamentos bem maiores, mas também tínhamos mais disponibilidade de terrenos”, conta.

    Construtoras locais também estão trabalhando com lançamentos que oferecem áreas comuns enxutas, diminuindo o preço das unidades e de manutenção. A ACMA Construções Civis, que entregou recentemente o empreendimento Terra Gutierrez, próximo ao Clube Curitibano, investiu em um projeto que valoriza ao máximo as áreas privativas das unidades, com o mínimo de área comum.

    “Diminuímos as áreas comuns de corredor e circulação, jogando essa área para dentro do apartamento, para deixar a residência o mais confortável possível e privilegiar a área privativa”, expõe Frederico Carstens, arquiteto responsável pelo projeto.

    “Teve um momento de lançamentos de condomínios gigantescos que chegavam a ter centenas de itens de recreação. Isso gera dificuldade de manutenção, controle e custo – você tem que criar praticamente a estrutura de um clube para gerir isso”, complementa o arquiteto. Carstens destaca ainda que muitas pessoas não se adaptaram aos clubes residenciais, por sentirem-se “apenas um número” entre tantos moradores.

    “Os condomínios menores têm mais inserção na vida urbana, menos burocracia para o viver, menos custos. As áreas de lazer são as necessárias, que basicamente são a área do fitness, área de diversão das crianças e o salão de festas”, conclui.

    *Especial para a Gazeta do Povo

     

    Fonte


  • 25/10 Como deixar o trabalho, no trabalho.

    Como deixar o trabalho, no trabalho.

    Por: Assessoria de comunicação

    Quero dizer, realmente se afastou: não pensou nisso, não se preocupou com isso, não tinha uma lista de tarefas penduradas em seu cérebro.
    A maioria de nós sabe que há benefícios em se afastar do trabalho. Sabemos que precisamos de tempo para recarregar cada dia para podermos manter nossa atenção no escritório. Sabemos que o tempo longe dos problemas complexos nos permite encontrar uma nova perspectiva. Nós sabemos se trabalhamos muitos dias seguidos, nos encontraremos fazendo o que chamo carinhosamente de "trabalho falso" - sentado em nossas mesas sem realmente realizar nada.

    A parte mais difícil é que, embora você possa concordar com todos esses benefícios de se afastar do seu trabalho, você ainda pode ter problemas para fazê-lo. Mesmo que você vá para casa em uma hora certa à noite, você pode encontrar-se lendo um último relatório. Quando você viaja por alguns dias, você ainda pode estar conectado ao seu e-mail. Quando você acorda no início da manhã ou fica acordado à noite, você pode achar sua classificação do cérebro através de uma longa lista de tarefas de trabalho.
    Para afastar-se do trabalho - você pode usar uma combinação de novos hábitos e lições da terapia cognitivo-comportamental. Veja como.

    Concentre-se no que você fará em vez disso. Muitas pessoas não conseguem mudar seu comportamento porque se concentram no que não irão fazer, e não em ações que eles tomem em vez disso. Definir o objetivo de não trabalhar (ou pensar sobre o trabalho) quando você está longe do escritório começa com a presunção de que você vai parar sempre que estiver tentado fazer algo relacionado ao trabalho.

    Objetivos negativos como este - onde você se concentra em ações que não vai executar - tendem a falhar por dois motivos. Primeiro, seu sistema de hábito só aprende um novo hábito quando você executa uma ação, não quando não a executa. Então você não pode criar um hábito para evitar uma ação. Em segundo lugar, quando você define metas negativas, você deve estar constantemente atento ao seu comportamento. Caso contrário, você acabará fazendo o que está tentando evitar.

    Em vez disso, você precisa se concentrar no que você vai fazer em vez de trabalhar. Crie um plano para o seu tempo longe do trabalho - seja uma noite fora do escritório ou um tempo em férias. Você precisa de um plano específico, ou você retornará aos seus hábitos e se reencontrará com o trabalho quando você estiver ausente dele. O plano deve se concentrar nas atividades que você vai realizar em vez de trabalhar.

    Por exemplo, você pode configurar uma sessão de treinamento pessoal para as 18h30 em uma academia perto do seu escritório algumas noites por semana. Ou você pode dizer ao seu cônjuge que você vai pegar as crianças na creche. Ou começar a ser voluntário em uma instituição de caridade local nos fins de semana. Você pode até fazer algum desenvolvimento pessoal. Inscreva-se para aprender um novo idioma. Pegue um instrumento musical. Comece a pintar. Todas essas atividades limitarão o tempo que você tem para o trabalho e substituirá o trabalho por outras atividades.

    Às vezes, porém, seu tempo de inatividade ainda pode ser interrompido por pensamentos intrusivos sobre o trabalho. Neste caso, você quer estar preparado para que você não continue ruminando sobre o próximo trabalho.

    Há duas maneiras de lidar com pensamentos intrusivos. Uma é ter um plano para ocupar sua mente pronta: Leia um livro, faça palavras cruzadas ou telefone para um amigo. No entanto, há momentos em que há algo sobre o trabalho que realmente está incomodando você. Nesse caso, mantenha um caderno à mão. Defina um temporizador por 10 minutos e anote tudo o que o incomoda. Muitas vezes é útil para obter as coisas que estão incomodando você fora de si mesmo. Isto é particularmente verdadeiro quando os pensamentos que você está tendo sobre o trabalho refletem ansiedades em vez de simplesmente as tarefas que você precisa executar quando você voltar.


    Mude seu ambiente para suportar seu novo comportamento e desencorajar o antigo. Um fumante não tenta parar de fumar enquanto deixa uma grande caixa de cigarros em sua despensa. Da mesma forma, alguém que tenta estabelecer limites mais saudáveis ​​para o trabalho e a vida não deixa seu telefone e computador ligados o tempo todo.
    Sim, estou sugerindo que você realmente desligue seus dispositivos. Uma ótima maneira de gerenciar a tentação de trabalhar quando você está longe do escritório é dificultar o trabalho. Se você precisa voltar a ligar o telefone para verificar, você pode pensar duas vezes antes de fazê-lo.
    Peça aos seus amigos e familiares para ajudá-lo a ficar longe do trabalho. Dê-lhes permissão para lembrá-lo de afastar seu telefone (e não ficar irritado com eles quando o fizerem). Encontre atividades que você possa fazer com eles que o impedem de trabalhar e que o distraem de pensamentos relacionados ao trabalho.


    Se afaste do trabalho. Mesmo que você crie esses planos e um ambiente propício para executá-los, você ainda precisa estar disposto a se desconectar do trabalho por um período de tempo. Isso pode provocar ansiedade. Afinal, você pode perder um e-mail importante; algo pode dar errado; O trabalho importante pode ser feito mal ou não feito. 


    É aqui que uma lição das terapias cognitivas comportamentais pode ajudar. Estudos sugerem que uma ótima maneira de reduzir a ansiedade é expor-se à situação assustadora e aprender gradualmente que a situação não é realmente ameaçadora. Se o seu problema é que você está constantemente preocupado com a falta de um e-mail importante, fique uma noite sem verificar seu e-mail - e descubra que todo o trabalho que você precisa fazer ainda está lá na manhã seguinte. Em seguida, expanda a quantidade de tempo que você deixou seu e-mail. Tente passar por um dia inteiro do fim de semana sem verificar. Então, um fim de semana inteiro.
    Você pode achar que muitas pessoas conseguem responder suas próprias perguntas se você não voltar para elas imediatamente. Além disso, você voltará a trabalhar com mais energia e melhores idéias porque você tirou um tempo para si.
     

    Adaptado de: http://bit.ly/2wEXJ6n


  • 17/10 Como estimular a criatividade

    Como estimular a criatividade

    Por: Assessoria de comunicação

    Envolva funcionários de todos os departamentos nas sessões de brainstorming. "Isso não só tem sido muito bem sucedido na geração de campanhas autênticas, mas também energiza a equipe", diz Brook Jay, 38 anos, co-fundador da All Terrain Integrated Marketing, uma agência de marketing integrada de Chicago com vendas projetadas de 6,5 milhões de dólares para o fim do ano.

    Incentive e permita que os funcionários busquem interesses externos. Edmund Scanlan, 32 anos, fundador da Total Attorneys, um provedor de serviços gerenciados para pequenos escritórios de advocacia, permite que os funcionários que fazem parte de bandas deixem o trabalho cedo para shows e até mesmo viajar em turnê. A empresa com sede em Chicago foi fundada em 2002 e atingiu 25 milhões de dólares em vendas no ano passado.

    Crie um espaço de trabalho inspirador. A sede da EVB LLC em São Francisco possui um parque coberto, quadra de basquete e mesa de bilhar. Esse ambiente "dá aos funcionários uma saída para atualizar suas mentes", diz Daniel Stein, 41 anos, fundador da empresa de marketing digital com vendas anuais nos oito números.
     

    Financie projetos extracurriculares ou aulas diferenciadas. O diretor de arte da Door Number 3 fez aulas de improvisação de comédia, cortesia da empresa com sede em Austin, Texas. "Isso lhe deu confiança", diz MP Mueller, 49 anos, fundador da agência, que traz lucros anuais de milhões de dólares. "A confiança é importante quando seu trabalho é criar coisas".

    Remova as divisórias dos escritórios. Pode parecer simples, mas isso ajuda em diversos fatores, desde os brainstorms entre colegas de trabalho até a ajuda que prestam uns aos outros durante o processo de vendas, diz Clate Mask, 36, presidente e CEO da Infusionsoft, uma empresa de software na área de Phoenix, com vendas na casa dos milhões de dólares.

     

    Adaptado de: http://bit.ly/2zfBaSL


  • 11/10 Hábitos de Grandes Empreendedores

    Hábitos de Grandes Empreendedores

    Por: Assessoria de comunicação

    Não é fácil subir a uma posição de liderança em uma organização ou sociedade - a competição é feroz. Somente os mais bem  preparados para adquirir posições de liderança e depois manter essas posições subindo ao topo em qualquer área chegam lá.

     

    Desenvolva visão.

    Para se tornar uma pessoa de caráter e líder em sua comunidade, você deve desenvolver o hábito de visão. Você deve aprender a projetar vários anos para o futuro e desenvolver uma clareza absoluta sobre o que deseja realizar e o que parecerá se você tiver sucesso.

    Uma maneira de desenvolver uma visão para cada parte de sua vida é realizar o exercício da "varinha mágica". Imagine que você poderia acenar uma varinha mágica e tornar sua vida perfeita em todos os sentidos. Imagine que você não tem limitações sobre o que pode ser, tenha ou faça. Crie uma imagem de como sua vida seria se fosse perfeita em todos os sentidos.
    Imagine que você não tem limitações de tempo, dinheiro, recursos ou habilidades. Imagine que tudo é possível para você. Assim como você projetou a sua casa dos sonhos, se você tivesse um orçamento ilimitado, demore algum tempo para projetar seu "futuro dos sonhos" como se você tivesse habilidades e recursos ilimitados.
    Com maior clareza na sua visão a longo prazo, mais fácil será para se motivar e inspirar outras pessoas a trabalhar com você para tornar essa visão uma realidade.

    Seja o melhor no que você faz.
    Nos negócios, a visão de longo prazo mais importante que você pode ter para sua organização é "ser o melhor". Identifique uma qualidade de seu produto ou serviço que seja relevante e importante para seus clientes e, em seguida, concentre todas as energias e criatividade da sua organização para obter desempenho superior nessa área. Desenvolver o hábito de pensar em termos de tornar o seu negócio o melhor em sua indústria é uma qualidade essencial de liderança visionária. Sem esse compromisso com a excelência, você irá automaticamente usar o desempenho da fábrica de forma medíocre ou meramente satisfatória.

    Atreva-se a avançar.
    O terceiro hábito mais comum dos grandes líderes em todos os níveis é o hábito da coragem. Muitas pessoas têm esperanças, sonhos e visões emocionantes para o futuro, mas apenas alguns têm a coragem de assumir os riscos necessários para transformar essas visões em realidades.
    A parte mais importante da coragem é a vontade de agir na direção de seus objetivos e sonhos, sem garantia de sucesso. A coragem exige que você arrisque com o tempo, dinheiro, emoção e outros recursos. A coragem exige que você aceite a possibilidade de perdas, contratempos, obstáculos, dificuldades e falhas temporárias.
    É impossível ter sucesso sem falhar, pelo menos por um tempo. Você só aprende a ter sucesso ao falhar e depois avaliar os motivos da sua falha. Quanto mais rápido você falhar em uma direção para a frente, mais rápido você terá sucesso.

    Supere seus medos.
    Você desenvolve o hábito de coragem indo em direção às coisas que teme. A partir deste dia, crie o hábito de enfrentar seus medos, fazer as coisas que você teme e lidar com as pessoas e situações que o fazem temer. Cada vez que você enfrenta um medo e supera isso, não só sua coragem aumenta, mas também a sua auto-estima e auto-respeito.
    Desenvolva o hábito, a partir deste dia, de identificar as coisas que você tem medo. Como o ator Glenn Ford disse uma vez: "Se você não faz o que teme, o medo controla sua vida".
    Tome o hábito de fazer as coisas que teme, e a morte do medo é certa. À medida que seu nível de coragem e confiança aumenta, seus medos e dúvidas diminuirão. Quanto mais você enfrenta seus medos e os elimina, mais forte e mais confiante se sentirá. 


    Adaptado de: http://bit.ly/2xxNTnE
     


  • 05/10 Raio-X do mercado imobiliário

    Raio-X do mercado imobiliário

    Por: Assessoria de comunicação

    A primeira pesquisa do mercado imobiliário maringaense feita pelo Sebrae foi revelada na última quinta-feira. No escritório do Sebrae/PR, foram apresentados os resultados da "Demanda e Oferta Imobiliária de Maringá". O trabalho foi realizado em conjunto pelo Sebrae/PR, Sinduscon Noroeste do Paraná e Unicesumar.

    A apresentação e análise dos resultados foram feitos pelo diretor da Brain Consultoria, Marcos Cahtalian. O público pesquisado tem a idade média de 40 anos, cerca de 70% das pessoas ouvidas são casadas ou em união estável, 38% são assalariados, cerca de 38% são empresários ou comerciantes.

    A quantidade média de moradores por domicílio em Maringá é de 3,5 pessoas; o principal meio de transporte utilizado é o carro de passeio (81% das pessoas).

    Em relação ao perfil, 76% dos entrevistados moram em casa ou sobrado e 19% em apartamento. Destes, 64% são proprietários dos imóveis onde moram; 25% dos imóveis são alugados e 3% cedidos. A maioria (67%) possui 3 dormitórios e quase 50% têm 2 banheiros.

    Entre os entrevistados, 12% declararam ter feito compra de imóvel nos últimos 12 meses. De acordo com Cahtalian, esta média é muito maior do que a de outras cidades brasileiras (de 6 a 7%).

    Dos compradores, cerca de 48% adquiriram imóvel de rua; 30% compraram apartamento; 11% terreno em loteamento aberto; 4% terreno em condomínio; 4% casa na beira de rio e 2% casa em condomínio fechado.

    Cerca de 42% das pessoas que adquiriram um bem, o fizeram como investimento. Em geral, a primeira razão da compra é para o primeiro imóvel, o que em Maringá aparece em segundo lugar com 35%. Outras 23% decidiram fazer um upgrade, ou seja, adquirir um imóvel melhor ou maior. Neste ponto, Maringá está dentro da média nacional (em torno de 20 a 25%).

    Pelo menos 13% das pessoas disseram que têm intenção de compra de imóvel e que já começaram a procurar; 41 têm intenção, mas não começaram a procurar; e 46% não pretendem comprar.

    Entre aqueles que têm intenção de compra do imóvel, 87% querem residencial; 4% comercial e 9% residencial ou comercial. Em relação à razão pela qual as pessoas querem comprar um imóvel, 30% disseram que é para alugar. Este número também contraria uma média nacional em que o primeiro lugar na preferência de quem quer comprar um imóvel é para sair do aluguel (45%).

    A preferência dos entrevistados é pela compra de um imóvel pronto e novo, 55%; 24% dizem que pode ser na planta ou em construção e 21 % que pode ser pronto e usado. A configuração do imóvel é que tenha 3 dormitórios, 2 banheiros e duas vagas na garagem.

    Os principais bairros de preferência, pela ordem, são Zona 7, Centro, Jardim Alvorada, Jardim Paris, Vila Operária, Jardim Itália, Zona 02, Zona 08 e Mandacaru. Entre os preços que as pessoas estão dispostas a pagar, a preferência recai sobre a faixa de 200 a 300 mil reais (31%); 13% pagam entre 151 e 200 mil reais; 12% pagam entre 121 e 150 mil reais; e 10%, entre R$ 300 e 400 mil reais.

    Para realizar o pagamento dos imóveis, 74% dizem que pretendem utilizar o FGTS e 39% têm condições de arcar com parcelas entre 600 e 1.000 reais. Na decisão sobre o local do imóvel, o tempo de deslocamento da casa ao trabalho não foi percebido como elemento crítico. Quase metade citou que o tempo máximo do trajeto é em média hoje de 20 minutos.

    Entre os itens de área de lazer que entram na lista de preferências, por ordem, estão churrasqueira externa, piscina, sacada com churrasqueira, salão de festas, espaço gourmet, academia, playground, quadra poliesportiva, espaço pet, salão de jogos e jardim.

    Questionadas se considerariam a compra de lotes em condomínio, 59% das pessoas disseram que sim para loteamento aberto e 32% para condomínio fechado. Apenas 14% não considerariam a hipótese do condomínio. A grande demanda hoje é por terreno pequeno: 61% preferem até 200 metros quadrados e 29% acima de 200 metros quadrados. O preço ideal do terreno fica entre 150 e 200 mil reais (32%). Entre os entrevistados, 8% disseram que possuem imóvel de lazer (chácara, imóvel na praia e beira de rio). As regiões de preferência em caso de compra do segundo imóvel são as cidades de Porto Rico, Marialva e Mandaguaçu.

    Segurança

    Três itens estão praticamente empatados quando as pessoas respondem sobre o que valorizam no momento da escolha do local para aquisição de imóvel: a segurança da região, localização e condições de pagamento. Em seguida, bem abaixo, vem o acabamento, o número de quartos e metragem, entre outros.

    Os entrevistados falaram sobre dívidas, sendo que 42% pagam prestação ou financiamento. As principais dívidas são relacionadas a cartão de crédito (43%), automóvel (18%), e imóvel (17%). "Não é uma situação preocupante pois, em geral, as pessoas disseram que o endividamento é limitado a no máximo 10% da renda", pontuou Kahtalian.Sobre a demanda potencial, a intenção de compra nos próximos seis meses é de cerca de 3.500 imóveis (a quebra média é de um terço, ou seja, a provável compra é de dois terços). Para demanda de aquisição em até um ano, são 11 mil unidades residenciais e cerca de 2 mil comerciais.

    Um dado que chamou a atenção é que cerca de 20% das pessoas que moram próximas à catedral, vivem sozinhas. Outro percentual interessante e que pode gerar demanda, segundo ele, é que, em um raio de 2 quilômetros da catedral, 41% das famílias alugam imóvel e, no raio de quatro quilômetros, este número é de 38%. Hoje, só 23% dos imóveis residenciais da cidade estão prontos. É um dado baixo, de acordo com Cahtalian. Em Curitiba, o percentual é de 48% e a média nas regiões que a Brain analisa é 33%.

    Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/2017/10/raio-x-do-mercado-imobiliario/2419082/ 


  • 26/09 Você está pronto para expandir seu negócio?

    Você está pronto para expandir seu negócio?

    Por: Assessoria de comunicação

    Expandir o seu negócio pode ser algo desafiante. Quando você está abrindo uma nova loja, assumindo novos clientes ou buscando maneiras de aumentar o número de produtos ou serviços que você oferece, você pode sentir-se sob um pouco de pressão. No entanto, se abordado adequadamente, essa pressão pode motivá-lo para ser ainda mais bem sucedido.
    Passar por uma expansão requer um planejamento adequado. Antes de considerar aumentar seu negócio, há algumas etapas cruciais que você precisa executar se quiser se sair bem. Se você pular de cabeça sem considerar onde está indo, você arrisca perder todo o negócio - não apenas a expansão que você estava esperando.
     

    1. Você pode cobrir o negócio que você já possui?

    Quase todos os empreendedores desejam algum dia administrar uma empresa de vários milhões de dólares. No entanto, os empresários que alcançam esse marco não chegam lá dando passos maiores que a perna. Enquanto você deseja empurrar-se constantemente para trabalhar mais e fazer mais, você não quer se dominar.

    Se você está pensando em expandir, primeiro identifique se é capaz de assumir novos trabalhos. Se você e sua equipe já estão lutando para manter suas cabeças acima da água, não se preocupe com tarefas e projetos adicionais. Em vez disso, aguarde até que você tenha os recursos e a hora de se concentrar em sua expansão.

    Não pense que um segundo local ou uma equipe maior o ajudarão a lidar com a pressão do seu trabalho, especialmente se você não conseguir lidar com clientes que já possui. Antes de embarcar em uma expansão, considere quais recursos adicionais você precisará para cobrir o negócio que você já está administrando.
     

    2. Você pode pagar uma expansão?

    Se você é proprietário de uma empresa, sabe que o fato de "gastar dinheiro para ganhar dinheiro" é verdade. O mesmo se aplica se você estiver pensando em expandir. Embora uma expansão possa trazer mais dinheiro para o seu negócio, não o fará imediatamente. Você precisa estar preparado para fazer um investimento.

    A abertura de uma nova sede, a contratação de uma equipe para o novo local e o marketing que precisa ser feito para atingir pessoas entusiasmadas com seu negócio, etc. Você vai acumular contas consideráveis ​​antes de ver o dinheiro vvoltar. Se você não tiver o fluxo de caixa para cobrir essas despesas, você poderia estar comprando uma dívida séria por muitos anos.

    3. Os seus concorrentes já expandiram?

    Os empresários podem aprender muito com os concorrentes. Como você compartilha o mesmo público-alvo, provavelmente usará técnicas similares para atrair a atenção de seus clientes ideais. Isso significa que você pode usar seus sucessos ou falhas para determinar o que é provável que funcione para você.

    Se seus concorrentes já expandiram, você pode jogar fora seu sucesso na nova área. Porque você não está introduzindo uma ideia de negócio totalmente nova nesse espaço, não precisa gastar tanto tempo ou recursos tentando educar seu público-alvo sobre o que você fornece. Ao oferecer seus serviços como uma alternativa a um negócio já estabelecido, você pode conquistar alguns dos clientes de seus concorrentes.
    No entanto, não espere muito para que seus concorrentes se expandam primeiro. Quanto mais um negócio estiver estabelecido em uma área, mais desafiador será convencer um novo cliente a mudar para o seu negócio.

    4. Você e sua equipe estão prontos para o desafio?


    Expandir o seu negócio com sucesso não é algo que você deve fazer por um capricho. Mesmo se você tiver fundos, o tempo e o espaço para se expandir, se você não tiver motivação, não vai fazer certo.
    A expansão do seu negócio apresenta os novos desafios diários que você talvez não tenha experimentado antes. Tanto você quanto sua equipe precisam estar preparados para enfrentá-los de frente, se quiser que sua expansão seja bem-sucedida. Sem a devida motivação ou compromisso de toda a equipe, pode ser difícil atingir mesmo nível de sucesso.

    Certifique-se de conversar com sua equipe antes de tomar decisões para expandir. Apesar de ser o proprietário da empresa e responsável pela maior parte do trabalho, a expansão também significa uma carga de trabalho aumentada para todos na sua empresa. Certifique-se de que eles estão preparados para o desafio antes de tomar quaisquer decisões.

    Não tome a decisão de se expandir repentinamente. Se você está pensando em expandir seu negócio para um novo local, ou você está se preparando para assumir um novo trabalho, certifique-se de pensar completamente em sua decisão. Com estes quatro passos, você pode chegar a uma melhor conclusão sobre se é ou não o momento certo para expandir seus negócios.


    Adaptado de: http://bit.ly/2fplLLj
     


  • 20/09 4 passos na conquista de seus sonhos

    4 passos na conquista de seus sonhos

    Por: Assessoria de comunicação

    Para realizar cada uma das metas que você deseja, nós te encorajamos a seguir estas quatro etapas importantes:

    1. Anote suas metas.
    Primeiro, abra uma planilha do Excel. Crie algumas categorias de horas no topo da sua folha, como "6 meses", "5 anos" e "Vida útil". Em seguida, ao longo do lado esquerdo da sua folha, crie quantas categorias de vida você possa pensar, incluindo (mas não limitado a): espiritual, familiar, profissional, financeiro, intelectual, comunitário, de caráter e de viagem.
    Agora, pegue o tempo para preencher pelo menos um objetivo para cada um dos compartimentos que você criou entre o tempo e a categoria. Se você conseguir mais de um objetivo por seção, melhor. Escreva até que você não consiga escrever mais.


    2. Observe-se.
    Se você está perdido em sua carreira atual, se sentindo preso por dinheiro ou frustrado com os relacionamentos sem saída, pode ser difícil tirar-se da sua situação atual para sonhar grande. Então comece pequeno.
    Se você não pode ver o seu futuro na categoria vida, pense em onde você quer estar em um mês, e se você está preso em sua categoria profissional, concentre-se em viagens ou comunidade. Os objetivos podem sobrepor categorias, na verdade.
    De vez em quando, confira sua lista para ver se você pode encontrar outros objetivos. Por exemplo, se você quiser completar uma maratona em algum momento de sua vida, talvez talvez queira adicionar uma meia maratona ao seu objetivo de cinco anos e uma corrida de 5 kilômetros ao seu semestre. 
    Quando você se remove da sua monotonia diária, você pode encontrar algumas pequenas coisas que podem orientá-lo para um futuro mais gratificante.

    3. Compartilhe com os outros.
    Uma vez que você sinta sua lista estar completa, anote o nome de uma pessoa ao lado de cada objetivo. Esta pessoa deve ser a pessoa em sua vida que é mais provável que o ajude a realizar esse objetivo particular. Então, compartilhe essas metas com a pessoa identificada. Peça-lhe ajuda para responsabilizá-lo por cumprir seus objetivos e estabelecer prazos para informar sobre o seu progresso.
    Ao compartilhar seus planos e pedir ajuda aos outros, você permite que as pessoas que se preocupam com você se invistam em sua vida, e torna mais provável que você atinja seus objetivos.

    4. Verifique regularmente sua lista.
    Este passo final é o mais importante. Você não se satisfaz comprometendo-se com objetivos e colocando-os em uma prateleira. Além disso, quando você atingir um objetivo, é ótimo riscá-lo da sua lista e substituí-lo por um novo. Você sempre pode mover seus planos para um novo período de tempo se eles não atendem aos seus parâmetros originais, mas ao verificar novamente (digamos, a cada seis meses), é fundamental que você se lembra do que é importante para você.
    Então, o que você está esperando? É hora de realizar seus planos!

    Adaptado de: http://bit.ly/2xa6KnN
     


  • 06/09 Como motivar pessoas ao seu redor

    Como motivar pessoas ao seu redor

    Por: Assessoria de comunicação

    1. Promova objetivos.

    O objetivo é um motivador intrínseco, o que significa que estará se concentrando em si e na finalidade de sua organização. Ajudar os outros a descobrir seu propósito e como eles contribuem para seus resultados fornece aos dois um senso de propósito.

    2. Escute ativamente e faça perguntas abertas.

    Você provavelmente já viu o filme onde alguém dá um discurso de reunião. O discurso, em seguida, motiva as pessoas em torno do locutor tanto que todos gritam e explodem em ação.

    Na realidade, isso raramente funciona. Eu não estou dizendo que você não pode fazer um discurso inspirador, é só que a motivação começa dentro dos outros. Isso significa que você tem que saber o que exatamente motiva os outros através da compreensão de seus pensamentos e comportamentos. Você tem que descobrir quais são seus objetivos e sonhos e como você pode encorajá-los a alcançar o topo da montanha.

    A única maneira de conseguir isso é passando o tempo e ouvindo-os ativamente.

    3. Aproveite uma onda motivacional.

    Quando você quer motivar alguém para fazer uma mudança,os melhores discursos, citações ou vídeos motivacionais ​provavelmente não vão funcionar.

    Em vez disso, recomenda-se esperar até que algo aconteça onde naturalmente são motivados, isso é chamado de "onda de motivação" como acontece no começo do ano ou depois das férias, esse é o momento de fazer sua jogada.

    4. Pare de suborná-los.

    Sim. As recompensas podem ajudar a motivar as pessoas. Por exemplo, pagar a seus funcionários um salário competitivo ou oferecer bônus por trabalho excepcional são ferramentas. O problema, como alguns autores apontam, é que recompensas apenas motivam as pessoas a obterem recompensas.

    Simplificando, pare de subornar pessoas para motivá-las. Em vez disso, toque suas emoções, enfatize o progresso. Então ouça o que os motiva e quando eles estão prontos, é que você ataca.

    5. Mantenha seu desempenho no máximo.

    Se você está cansado, desmotivado, como você pode esperar para motivar os outros? Você deve estar a mil para poder servir como exemplo.

    • Melhore o seu humor ao ouvir música, apreciar a natureza ou exercitar para que você possa aumentar os níveis de dopamina do seu cérebro, o que, por sua vez, irá melhorar o seu desempenho cognitivo.
    • Compartilhe essa energia com aqueles ao seu redor e dê-lhes toda a sua atenção.
    • Compreenda seus objetivos e os objetivos dos outros, para que eles possam adaptá-los individualmente.

    6. Seja vulnerável.

    Compartilhar seus sucessos e falhas ajudará os outros a se relacionarem melhor com você e a tarefa em questão. Pode então inspirá-los e motivá-los, deixando-os saber que eles não são os únicos que tiveram que superar lutas e desafios.


    Adaptado de: http://bit.ly/2eGjzyX

     


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